Derrota na Recopa e um alerta imediato
O Flamengo sofreu uma derrota por 3x2 para o Lanús no Maracanã que não cabe apenas na categoria de vergonha: segundo a análise do colunista J. Luis Jr., o resultado foi também um vexame e uma humilhação. Mais do que o placar, o que preocupa é a maneira como o fracasso se desenrolou — falhas defensivas incompreensíveis, incapacidade de transformar domínio em ações ofensivas e um time distante da versão campeã da Libertadores da temporada passada.
O jogo e as falhas decisivas
Apesar de dominar grande parte da partida, o Rubro-Negro não conseguiu organizar um jogo ofensivo eficaz. O primeiro gol sofrido sintetiza o problema: com o Flamengo pressionando e o adversário acuado, a equipe apresentou um erro coletivo — Ayrton Lucas recuou com pouca força, o goleiro teve uma ausência e Luis Felipe também falhou — autoriza a síntese do colunista de que as explicações possíveis soam igualmente absurdas e prováveis. No final da prorrogação, o gol de empate do Lanús, quando a torcida já se preparava para pênaltis, expôs uma distração fatal da equipe que levantou dúvidas sobre concentração e postura.
Análise tática do ataque
O texto aponta que o Mengão foi "absolutamente dominante durante toda a partida, mas também incapaz de transformar esse domínio em ações ofensivas organizadas". Observou-se muita troca de bola na entrada da área, cruzamentos caóticos, falsas investidas pelas pontas que terminavam em passe de volta para a defesa, movimentação insuficiente e ausência de dinâmica. Em diversos momentos, o ataque funcionou sem coesão, como se houvesse uma disputa interna por quem chutaria menos ao gol — uma imagem que explica o déficit de finalização e de decisões claras na frente.
Consequências imediatas e contexto de crise
Fevereiro ainda não terminou e, segundo o autor, o Flamengo já perdeu duas taças, ambas de forma lamentável e sem exibir futebol minimamente decente. A paciência da torcida começou a se esgotar; o Brasileirão está em curso e a Libertadores se aproxima. O cenário é de urgência: o time precisa reagir para manter chances de título e preservar empregos.
Responsabilidades e próximos passos
J. Luis Jr. menciona que cabe a Filipe Luís e ao elenco reagir o quanto antes. Nas redes sociais, já surgem vozes clamando por mudanças e citando nomes como “Fernando” e “Diniz”. O texto conclui com a advertência de que o que está acontecendo com o time já foi longe demais e precisa parar.
Fonte: MundoBola Fla — https://fla.mundobola.com/nao-e-justo-tratar-como-apenas-uma-vergonha-um-jogo-que-tambem-foi-um-vexame-e-uma-humilhacao/
