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Flamengo: Bap processa Pedrinho por danos

Por Marcos Ribeiro

Flamengo: Bap processa Pedrinho por danos morais; ação na 1ª Vara Cível de Bangu pede R$40.000 e retratação pública.

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Silhuetas de dois presidentes em estádio lotado, documentos e balança da justiça — processo entre Flamengo e Vasco

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Bap processa Pedrinho por danos morais

Luiz Eduardo Baptista, o Bap, presidente do Flamengo, entrou com ação por danos morais contra Pedrinho, presidente do Vasco. O processo tramita na 1ª Vara Cível da Regional de Bangu. O pedido inclui indenização mínima de R$ 40.000,00 e retratação pública, segundo reportagem do ge.globo.

A acusação se baseia em declarações proferidas por Pedrinho em 19 de agosto, durante o embarque da delegação do Vasco com destino a Assunção, no Paraguai. As palavras atribuídas ao dirigente vascaíno foram reproduzidas por ao menos 16 veículos de comunicação.

“Vou falar da pessoa BAP. Zero instituição (Flamengo), tá? Estou falando do BAP especificamente. É mau-caráter, arrogante, prepotente, soberbo e hipócrita.”

O que diz o processo

Segundo a ação, as ofensas foram dirigidas à pessoa física de Bap e não à instituição Flamengo. O presidente do Rubro-Negro pede reparação pelos danos morais e exige uma retratação pública por parte do presidente do Vasco. No pedido, consta o mínimo de R$ 40.000,00 a título de indenização.

A defesa de Bap sustentou, conforme a transcrição publicada, que “Até o momento da entrada no processo, o réu não tinha se retratado.”

Contexto e repercussão

O episódio ocorreu em 19 de agosto, no momento do embarque vascaíno para a capital paraguaia. As declarações atribuídas a Pedrinho tiveram ampla repercussão. Ao menos 16 veículos de mídia reproduziram a fala, o que motivou a iniciativa judicial por parte do presidente do Flamengo.

A disputa judicial surge em um ambiente de tensão pública entre Flamengo e Vasco. O confronto entre dirigentes tem se refletido em declarações públicas, conforme aponta a transcrição. Com o processo em andamento na 1ª Vara Cível da Regional de Bangu, o caso segue para análise da Justiça sobre os pedidos de indenização e retratação.

Números e fatos-chave

  • Data do episódio: 19 de agosto.
  • Local do episódio: embarque da delegação do Vasco para Assunção (Paraguai).
  • Texto atribuído a Pedrinho: “Vou falar da pessoa BAP. Zero instituição (Flamengo), tá? Estou falando do BAP especificamente. É mau-caráter, arrogante, prepotente, soberbo e hipócrita.”
  • Veículos que repercutiram: ao menos 16.
  • Vara onde tramita o processo: 1ª Vara Cível da Regional de Bangu.
  • Pedido de indenização: valor mínimo de R$ 40.000,00.
  • Pedido acessório: retratação pública de Pedrinho.

Análise de impacto para o Flamengo

O processo foi protocolado em nome de Luiz Eduardo Baptista como pessoa física. A distinção entre ofensa pessoal e ofensa à instituição é central no caso. No processo, Bap argumenta que as expressões foram dirigidas a ele como indivíduo, não ao Flamengo.

A repercussão da fala nas mídias aumenta a dimensão pública do conflito. A multiplicidade de veículos que reproduziram o episódio foi citada na peça inicial e reforça a alegação de dano moral, segundo a parte autora. O pedido de retratação pública indica que a estratégia inclui minimizar efeitos reputacionais junto ao público e à imprensa.

A ação judicial coloca o Flamengo, ainda que indiretamente, no centro de um episódio de confronto entre presidentes de clubes rivais. A tensão pública entre dirigentes pode ter consequências para o relacionamento institucional entre os clubes, conforme apontado na transcrição.

Perspectivas e próximos passos processuais

O caso segue em tramitação na 1ª Vara Cível da Regional de Bangu. O pedido formulado por Bap inclui duas principais demandas: indenização mínima de R$ 40.000,00 e retratação pública por parte de Pedrinho. A análise do mérito e a eventual determinação de retratação ou pagamento dependerão da avaliação judicial do material probatório e da interpretação sobre a abrangência das ofensas — se à pessoa física ou à instituição.

Até o registro da ação, a defesa de Bap afirmou que não houve retratação por parte do réu. O processo, portanto, avançará para decisão sobre a necessidade de reparação e sobre a possibilidade de retratação pública.

Conclusão editorial

O episódio reúne elementos objetivos: declaração atribuída a Pedrinho em 19 de agosto, ampla repercussão na mídia, pedido de R$ 40.000,00 e retratação pública. A ação de Bap concentra-se na esfera pessoal — a defesa explicita que as críticas foram feitas à pessoa física do presidente, não ao clube.

A disputa judicial ressalta o clima de tensão entre Flamengo e Vasco em esferas dirigentes. Resta à Justiça a avaliação do pedido de indenização e da retratação. O resultado terá impacto direto na resolução desse confronto público entre presidentes e poderá influenciar o tom das relações institucionais entre os clubes nas próximas semanas.

Fonte: NETFLA — https://netfla.com.br/noticias/bap-processa-pedrinho-por-danos-morais-apos-criticas-ao-dirigente-do-vasco

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Fonte:NETFLA

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